O estudo “Retrato do Tecido Empresarial Português” da PRIMAVERA BSS – empresa portuguesa especializada no desenvolvimento de soluções de gestão para o mercado global – e da analista de mercado IDC revela que 26,4% das empresas a atuar no mercado nacional apontam a expansão da sua atividade para novas geografias como uma medida para contornar a crise.
De acordo com este estudo - realizado junto de 1.150 decisores de empresas dos setores da Indústria, Construção, Distribuição e Retalho, HORECA (Hotelaria, Restauração e Catering), Serviços e outros - os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa são os mercados internacionais de eleição em 2012, com 13,2% das empresas a referirem pretender iniciar o seu processo de internacionalização para estes países ainda este ano.
Das 32,7% empresas que já marcam presença no mercado internacional, diretamente ou através de parceiros, as empresas do setor da Indústria são as que estão em maior número com 49,5%, seguindo-se as do setor dos Serviços com 38,2%, da Construção com 36,9%, e da Distribuição e Retalho com 35,2%.
Para a maioria (58,2%) das empresas que não aposta na internacionalização do seu negócio, como medida de combate à crise, o principal motivo apontado prende-se com a inadaptação dos produtos ou serviços a outros mercados (30%). 19,6% afirma ainda não ter analisado a hipótese de internacionalização, e apenas 4,6% refere não ter capacidade financeira para este projeto.
De acordo com Gabriel Coimbra, General Manager da IDC Portugal, “num momento de crise económica, onde grande parte do tecido empresarial português está focado na redução de custos, só possível através da modernização e automatização de processos, verificámos que um conjunto significativo de empresas nacionais está a apostar no aumento das exportações como forma de contornar a crise e fazer crescer o negócio”.
41,1% das Empresas Afirmam Manter os Investimentos em Tecnologias de Informação
Ainda de acordo com este relatório, 79,3% das empresas apontam a redução de custos e 41,5% a eficiência operacional como as principais medidas para contornar a crise.
Neste sentido, 41,1% das empresas vão manter os seus investimentos em Tecnologias de Informação, e 16,2% refere que vai mesmo aumentar os seus investimentos. O setor dos Serviços é o que manifesta a maior intenção de investimento em Tecnologias de Informação.
“Este estudo vem confirmar que a maioria dos gestores nacionais já encara as Tecnologias de Informação como uma mais-valia para o negócio”, diz José Dionísio, Co-CEO da PRIMAVERA BSS. “A PRIMAVERA, pelo seu posicionamento, pode ajudar as empresas portuguesas a tornarem o seu negócio mais competitivo, quer no mercado nacional quer no internacional, pela experiência que possui em projetos de internacionalização”.
O estudo “Retrato do Tecido Empresarial Português” foi realizado entre os meses de fevereiro e março de 2012, através de inquéritos online apoiados por entrevistas telefónicas.
Este estudo encontra-se disponível para consulta em www.primaverabss.com/pt/userfiles/downloads/RetratoTecidoEmpresarial_2012.pdf